A vela carioca está de luto… Comunicamos aos amigos o falecimento do tradicional velejador Huascar Rodrigues, que tantas glórias trouxe para nossa vela,principalmente para o Iate Clube Jardim Guanabara, que perde um associado, benemérito, batalhador em prol do esporte náutico. Dia 15/ 04, terça-feira, à s 19:30h, na igreja do Morro do Ouro vai ser celebrada missa de 7º dia. No dia 16/04, quarta-feira, à s 18:30h, no bar da náutica do ICJG, vai acontecer a missa dos velejadores e amigos. Meus sentimentos à famÃlia e aos amigos.
VELEIROS DO SUL – 15/04/2008 – Coluna Murillo Novaes
Publicado em 1
ILHA DO GOVERNADOR
História
Descoberta em 1502 por navegadores portugueses, os Temiminó foram os seus primeiros habitantes. Chamavam-na de Ilha de Paranapuã, sendo também chamada de Ilha dos Maracajás (espécie de grandes felinos, então abundantes na região), pelos Tamoios, inimigos dos Temiminó.
Terra natal de Araribóia, foi abandonada pelos Temiminó em conseqüência dos ataques de inimigos Tamoios e traficantes franceses de pau-brasil, os quais foram definitivamente expulsos em 1567, pelos portugueses.
O nome Ilha do Governador surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567, quando o Governador Geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de Sá (o Velho), Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-se em um latifúndio produtor de cana-de-açúcar, onde um engenho produzia açúcar, exportado para a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.
No século XIX, o PrÃncipe-Regente D. João utilizou o seu espaço como coutada para a caça. Segundo a tradição, conta-se que a Praia da Bica recebeu este nome por uma fonte que costumava servir de banho ao jovem prÃncipe D. Pedro, mais tarde D. Pedro I (1822-1831). O desenvolvimento da Ilha do Governador, entretanto, só ocorreu a partir da ligação regular da ilha com o continente, efetuada por barcas a vapor com atracadouro na Freguesia desde 1838. Mais tarde, outros atracadouros foram construÃdos no Galeão e na Ribeira, integrando a área à economia do café e à atividade industrial (produção cerâmica).
No inÃcio do século XX, os bondes chegaram à Ilha, efetuando a ligação interna de Cocotá à Ribeira (1922), percurso estendido posteriormente até ao Bananal e a outros pontos. Também é neste século que se instalam as unidades militares: a Base Aérea do Galeão, os quartéis dos Fuzileiros Navais e a Estação de Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituÃa num balneário para a classe média da cidade do Rio de Janeiro.
Em 23 de julho de 1981, através do Decreto nº 3.157, do então prefeito Júlio Coutinho, ao tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais.
Publicado em 1
New York, New York
Publicado em VÃdeos
Unforgettable
Publicado em VÃdeos
CANCERIANO
CÂNCER ou CARANGUEJO
21 de Junho a 21 de Julho
(90º à 120º)
|
 |
Â
“EU SINTO”
Um jeito meigo de curtir o amor…
Câncer é o signo onde domina a mãe. Quem nasce sob esse signo, vem ao mundo em um momento da maior importância para os personagens femininos da famÃlia. É como se essa pessoa fosse a “tábua de salvação” de sua mãe, como se ela viesse preencher um vazio, uma lacuna na existência dessa mãe.
Um signo cujo sÃmbolo é uma imagem que se reflete, que se completa: o indivÃduo não existe sozinho, mas é o que é porque está em contato com outras pessoas, faz parte de um contexto maior – a famÃlia, os amigos, a comunidade – onde tem um papel a desempenhar.
Câncer é o mar, origem de todas as coisas, a matriz, as condições primordiais da existência que precisam ser protegidas para serem preservadas. É o avatar e a manifestação psÃquica.
Emotivo e sensÃvel, é o mais voltado para a famÃlia, seu lado emocional é sempre latente, tem grande capacidade de percepção e muitas vezes, ouve e vê coisas que os outros não conseguem captar. Tem forte ligação com a famÃlia e o lar, cuidando sempre de proteger a si mesmo e aos outros.
Tem uma vida emocional dupla, profundidade e reserva interior que lhe torna capaz de ouvir todos os segredos dos outros, mas não contar os seus. E o envolvimento com o exterior lhe empolga e o atrai, pois quer sair por ai e ir longe. Deseja também ser popular porque precisa de atenção.
Paciente e compreensivo, você tem ainda a seu favor uma grande intuição. É o signo da receptividade. O canceriano é uma criatura tranqüila, quando não está com a “lua virada”.
Publicado em Geral
MITOLOGIA INCA
Huascar
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Huáscar, filho legÃtimo do Inca Huayna Capac, assumiu o Império Inca a contragosto, visto que, embora houvesse sido educado e instruÃdo segundo as crenças e costumes vigentes, era mais interessado na ourivesaria e moldagem de outros metais como a prata. Huáscar era de Ãndole afável, pouco interessado em polÃtica e expansão de domÃnios e muitas vezes relegava o comando do império a seus Conselheiros e sacerdotes e até mesmo à Coya (mulher e irmã do imperador e mãe dos seus filhos legÃtimos).
Huayna Capac, seu pai, morreu vitimado por uma doença (acredita-se seja um tipo de peste) e o próximo Inca seria seu primogênito, Ninan, homem destemido, treinado politicamente e para a guerra, mas este também morreu com a mesma doença dias depois e não chegou a assumir o poder, sendo o próximo filho legÃtimo na linha de sucessão, Huáscar, que a contragosto teve que assumir o império.
Athaualpa era meio-irmão de Huáscar (filho de Huyna Capác e uma de suas acclas) portanto não era considerado filho legÃtimo e não poderia ser Inca, o que levou-o a declarar guerra a seu irmão começando assim a divisão e queda do império. Athaualpa, inspirado por um homem barbudo e de feições estranhas que morava perto da costa, começou uma guerra nunca antes vista, ateando fogo aos tambos (onde se estocava toda a colheita) e decapitando o Inca, suas mulheres, conselheiros e nobreza.
Publicado em Geral
Mensagem
Recebi de Paula Marcia este mensagem a baixo e achei que todos deveriam ler, então resolvi compartilhar:
Â
Tentei escrever o meu depoimento, mas hoje estou muito sensÃvel…
Meu dia foi muito cheio de adversidades… Muito difÃcil!
Estou mexida demais!
Quando vi a foto dele, enxerguei o sorriso antigo, naquele rosto sério … Estou chorando até agora! Foi o que bastava para eu explodir!
O “Tio Wuascar”, emprestado para mim, chamou minha atenção muito antes de convivermos em famÃlia. Foi um dos poucos conhecidos de Nelson, lá do Iate, que eu gostava de graça ( Minha mãe tb gostava dele!)! Talvez fosse pelo jeito de sempre me chamar de “garota”, de perguntar como eu estava, de rir brincando ou fazendo algum comentário sobre o Neyzinho comigo, de me dizer “como vc está bonita hoje, heim, garota!” … Sempre animado, alto astral, sentindo prazer de estar reunido como amigos, festejando a vida!
Depois, conheci o lado famÃlia dele. Aquele bonachão, que adorava uma festa, um passeio em famÃlia, uma “bagunça” em famÃlia… Desses momentos, sempre me lembro mais da sua festa de casamento … Mais uma vez, lamento muito não ter ido nas Bodas do seus pais! Reunir esta famÃlia toda, da qual me sinto parte, deve ter sido maravilhoso tb para ele! Foi tudo tão rápido! Mas, como citou sua mãe, o cordão se partiu e ele virou anjo …
Um anjo travesso, provavelmente … Um pouco desregrado mas, com certeza, muito querido! Muitos flashs sobre ele na minha mente … Lá na padaria dele, tb! Muitas vezes, ao lado do Luiz Claudio … Outras com o Mascarenhas, lá no Iate… Alguns, com a garotada do Iate … Muito legal esta homenagem a ele! Acho que ele aprovaria plenamente! E as músicas que ele declamava/cantava! Tudo perfeito! Tomara que muitos escrevam as boas lembranças e histórias sobre ele … Deve ter muita coisa interessante! Ele sabia aproveitar a vida! Deve ter sido realmente muito triste para ele adoecer e perder a autonomia sobre a própria vida! Mas que ele agora esteja bem!!!
Outro dia, escreve no blog, hoje está doendo!
Â
Bjo,
Â
Paula
Publicado em FamÃlia
Mar Azul
O mar o acompanhava
e o seduzia
sempre e tanto
que o levava longe
e era seu maior encanto.
Seu balanço ritmava
sua vida,
ora calmo, pacÃfico,
ora agitado, revolto.
O vai e vem
era sentido a cada momento
no seu sorriso,
no seu cansaço,
no seu descanso.
Era levado às alturas
ao encontro do sol,
pertinho do céu,
onde só ele sabia chegar.
Nada o desanimava
e ia e voltava
ao sabor das ondas.
Numa dessas viagens,
um barquinho branco,
num mar muito azul,
o encontrou
e o levou.
(Neyde Rodrigues)
Publicado em Poemas | Tags:Add new tag
Soneto de Fidelidade
SONETO DE FIDELIDADE
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(VinÃcius de Moraes)
Publicado em Poemas



